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De volta para casa, a África Os animais de animação saem da ilha mas não conseguem chegar ao zoológico em “Madagascar 2”
Para quem gosta de animação, “Madagascar” foi um prato cheio. Repleto de ironia, tiradas adultas, personagens hilários e bastante aventura, o desenho da DreamWorks (mesmo estúdio da franquia Shrek) cativou o público em 2005 e garantiu uma vida mais longa. Agora, em 2008, ganha sua primeira continuação, que por aqui ganha o subtítulo “A Grande Escapada” e chega aos cinemas em 12 de dezembro.
A idéia é repetir a ótima arrancada que o desenho teve nos Estados Unidos, onde estreou em novembro e garantiu a ótima marca de 118 milhões de dólares nas duas primeiras semanas de exibição. Além do trabalho forte de marketing do estúdio, a manutenção de atores conhecidos como Ben Stiller, Chris Rock e Sacha Baron Cohen e um maior espaço para os pingüins sabotadores garantiu salas cheias na terra de Barack Obama.
Após fazerem sucesso com os lêmures em Madagascar, o leão Alex, a zebra Marty, a hipopótama Gloria e a girafa Melman, junto com o Rei Julian, começam a trabalhar para a volta a Nova York. O grupo de pingüins reforma um avião abandonado e acredita que pode chegar à Grande Maçã. Mas eles não passam da África e acabam caindo na terra onde nasceram, mas não conheceram, pois vivem desde filhotes nas benesses do zôo em NY.
Nas planícies e savanas, os animais vão se defrontar com seus semelhantes. Daí os diretores Eric Darnell e Tom McGrath podem brincar com todas as diferenças entre a civilização e a vida selvagem, além de garantir grandes piadas envolvendo paródias de outros filmes (como no avião caindo de “Quase Famosos”, hilário) e da convivência em si.
Enfim, “Madagascar 2” deve agradar a espectadores de todas as idades e repetir por aqui o sucesso do exterior. Aguarde a parte 3, quando é absolutamente certo que quem sabe talvez eles cheguem ao seu amado zoológico. Ou não.